Imagem da edição 2023 do Bloco Forrozin, Mariana Aydar Foto: David C. Fugazza
Que saudade dos clássicos, no Morumbi, onde era dividido meio a meio, entre as duas torcidas.
Foto: Internet
A o confirmar que o primeiro clássico paulista, entre Palmeiras e Corinthians, no Allianz Parque, antigo Palestra Itália, seria com torci...
C omeço esse meu post voltando no tempo, quando há aproximadamente cinco meses e alguns dias eu estava na fila para entrar no festival R...
A pista de skate localizada no Centro de Esporte, Cultura e Lazer do Parque Estadual Fontes do Ipiranga (PEFI), na zona Sul de São Paulo...
Legenda da foto: Santuário onde está sepultado Bahá'u'lláh, fundador da fé Bahá'í
Crédito: Divulgação
N essa quarta-feira (20), após o por do Sol, os Bahá'ís de todo o mundo comemoram o seu ano novo, ou como é conhecido entre eles; Na...
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| Prédio do antigo Banespa (David C. Fugazza) |
Confesso que esse retorno foi inesperado e de fato a ficha ainda não caiu, pois ainda me pego pensando. “Nossa!! Eu realmente estou aqui.”
São Paulo representa muito para mim e apesar do tempo que passei fora, minhas raízes nunca se quebraram, elas sempre permaneceram aqui, em cada lugar que eu frequentava, em cada pessoa que eu fazia questão de visitar ou simplesmente lembrar, em cada recordação da minha infância, na Vila Mariana.
Eu sempre soube que São Paulo era a terra das oportunidades, mas agora eu pude provar desse gostinho e aqui estou eu, pronto para subir mais um degrau na escada da vida.
Ainda estou me reabituando a cidade, mas algumas particularidades são perceptíveis a qualquer olhar mais apurado.
Em poucos lugares a desigualdade social é tão gritante e tão próxima ao mesmo tempo. São favelas em bairros nobres, casebres de madeira lado a lado com mansões gigantescas, separadas apenas por uma muralha cheia de câmeras, arames farpados e seguranças.
Pessoas bem vestidas caminhando nas ruas do centro, rumo as sedes de algumas multinacionais, enquanto meninos de rua deitados pedindo dinheiro.
E a diversidade não fica apenas nas classes sociais, andando por aí, é possível flagrar uma infinidade de estilos, são manos, punks, emos, patricinhas, góticos e skinreds, tudo no mesmo lugar.
Os visitantes devem estranhar bastante, mas os paulistanos, na maioria das vezes nem ligam, mas as razões ainda são questionáveis.
Formulei algumas teorias e uma delas é que esse pouco caso venha do hábito de ver essas cenas todos os dias.
Mas também existe a possibilidade das pessoas estarem tão bitoladas em suas vidas, em seus problemas, em seu trabalho que esquecem de olhar para o lado, esquecem que podem desejar um bom dia para os outros, ou pelo menos dar um sorriso.
Apesar da população gigantesca que ultrapassa os 19 milhões de habitantes, aqui podemos facilmente encontrar a solidão e individualismo. Pessoas nos trens, nos ônibus, nas ruas, com seus fones de ouvido, fechadas em seu próprio mundo. Desperdiçando uma grande oportunidade de conhecer alguém legal.
Acredito que não exista nenhum estudo nesse sentido, mas tenho certeza que na era dos fones de ouvido, o número de romances e amizades por acaso, em lugares comuns, tenham diminuído.
Não tem preço andar pelas ruas do centro, disputar espaço com os camelos, parar para ver um show de mágica, embolada ou música caipira. Presenciar pessoas corajosas que realmente encaram um churrasquinho grego com suco ou então sujar os dedos nas centenas de sebos.
Essa é São Paulo, a cidade onde você encontra de tudo a toda hora, onde você pode satisfazer todos os seus gostos, lógico, desde que tenha dinheiro. Essa é São Paulo, a cidade que nunca para, mas que não tem transporte público de madrugada. Essa é São Paulo, das enchentes e dos megas congestionamentos, mas que mesmo assim continua atraindo milhares de sonhadores.
Essa é São Paulo que desperta um medo incontrolável em algumas pessoas e uma paixão fulminante em outras, como minha mãe que ama esse inferninho, como ela mesmo intitula a cidade.
Essa é São Paulo e eu gosto dela assim, com seus defeitos e qualidades.
Parabéns São Paulo, obrigado por me receber de braços abertos e obrigado por me presentear nesse seu dia, com um céu estrelado e uma Lua maravilhosa, digna de interior.....
Parabéns Terra da Garoa....pelos seus 459 anos...
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| Catedral da Sé (David C. Fugazza) |
Prédio do antigo Banespa (David C. Fugazza) N essa sexta-feira (25), a cidade de São Paulo completa 459 anos e apesar de ter comemorado ...
O local não poderia ser mais perfeito, o elegante prédio da Casa São Paulo, no centro da Terra da Garoa.
No interior do imponente edifício, que um dia foi da estrada de ferro Sorocabana, pessoas elegantes, vestidas em trajes sociais, conversam e desfrutam de um ambiente super requintado.
Mas a minha mente não conseguia se desfazer de uma cena, que acabara de ver instantes antes de adentrar ao recinto. Ali mesmo, na rua da Praça Júlio Prestes, a menos de 50 metros da entrada da Sala São Paulo, que por sinal é a sede da Orquestra Sinfônica do estado de São Paulo, dezenas e porque não centenas de pessoas estavam aglomeradas fazendo uso de uma droga devastadora chamada crack. Naquela hora, conheci o que eu só tinha visto no noticiário da tv, a Cracolândia. Fiquei realmente chocado com a cena, que no fundo já desejava ver.
Em muitos momentos me peguei pensando sobre tamanha desigualdade, lá dentro, pessoas bem vestidas, boa música, comida e bebida de primeira, um ambiente chique. Lá fora, pessoas a margem da sociedade que não vivem, apenas sobrevivem.
E o prêmio Nobel da paz será que tinha ciência que ali do lado haviam pessoas naquela situação tão degradante?
Fico feliz que esse tipo de questionamento ainda apareça em minha mente, pelo menos pude perceber que a situação ainda me incomoda bastante.
De qualquer forma a palestra continuou interessante e o diplomata, que fez parte da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), nos mostrou uma visão diferente, de alguns acontecimentos históricos que conseguimos ver apenas através dos noticiários.
El Baredei esteve envolvido em dois fatos que marcaram a história mundial nos últimos anos e talvez por isso tenha despertado tanta minha curiosidade.
Primeiro, no ataque liderado por G. W. Bush e Tony Blair ao Iraque, ele foi uma dos inspetores totalmente contra as ofensivas e que na época declarou não haver evidências de que o país de Saddam Hussein estava desenvolvendo bomba nuclear.
O segundo fato marcante é um pouco mais recente, o egípcio esteve envolvido diretamente na Primavera Árabe, que levou milhares de pessoas as ruas do Caíro, capital do Egito, em busca de democracia, o que resultou na queda do ditador Hosni Mubarak.
Outra postura que me agradou foi o questionamento aos Estados Unidos, como protetor do mundo e o porque eles não interferem nas centenas de guerras que estão acontecendo em locais sem muita importância política para eles.
O fato é que é que algumas indagações podem passar ou se modificar, mas essa experiência vai permanecer para sempre, na minha lembrança.
Legenda da foto: Cracolândia: Thiago Quiroz A/E
N a noite da última terça-feira (30), tive a oportunidade de fazer parte de um seleto grupo de pessoas que esteve presente na palestra d...
Mais uma final de libertadores em pauta, mais uma final
envolvendo um time brasileiro. Depois de
São Paulo, por seis vezes, Palmeiras, Santos, Cruzeiro e Grêmio, por quatro
vezes, Internacional por três vezes e Flamengo, Vasco, Fluminense, Atlético
Paranaense e São Caetano uma vez, o Corinthians, que comemorou seu
centenário há dois anos, finalmente chega a sua primeira final, no torneio mais
importante da América do Sul.Algumas dessas finais são realmente inesquecíveis e não só as que o meu time chegou. Teve final, como por exemplo, Palmeiras x Boca e Santos x Boca, que eu me lembro como se fosse hoje.
Todos os times que até hoje chegaram a essa fase da competição, tem algum rival de expressão nacional. A única exceção talvez seja o São Caetano.
Mas, então, qual a diferença de todas essas finais para a de 2012?
Esse ano está acontecendo algo que eu não tinha visto nas outras, ou então não havia percebido. Em todas as finais que eu acompanhei principalmente as do meu time de coração, a maior prioridade dos torcedores foi comemorar o título (lógico quando o time venceu).
Dessa vez, eu vejo um novo fenômeno. Os torcedores corintianos aderiram a uma campanha, onde todos os adversários são antis e parece que eles estão mais satisfeitos em poder mostrar para os rivais, do que comemorar a façanha do seu time.
E isso vem acontecendo em todos os jogos. Logo após cada vitória, é possível ver uma enxurrada de mensagem para os rivais, nas redes sociais. Muitas vezes, antes mesmo de comemorar a vitória é possível ver: “Chupa, não sei quem lá”, Chupa antis”, etc.
E tem mais essa, agora eles acham que o mundo inteiro está conspirando contra eles. O Brasil todo contra eles. Oh Dó!!
Mas, amigos que torcem para times que já estiveram na final, ou admiradores de futebol, eu pergunto. Qual equipe nunca passou por isso?
Aliás, eles se gabam por serem os fiéis, dizem que vivem de Corinthians, falam que todos são antis, mas eu duvido que nas finais envolvendo São Paulo, Palmeiras, Santos e os outros cariocas, eles não secaram, não foram, os “antis”, que eles tanto pregam.
Deixo a pergunta, aos leitores corintianos. Palmeiras, São Paulo ou Santos foram Brasil para vocês, nas respectivas finais? Aliás, tem diversas fotos deles com camisa do Boca etc.
Resolvi escrever isso, não por desdém, inveja ou qualquer outra coisa do tipo. Escrevo porque ficou chato e cansativo essa velha ladainha. Eles precisam saber que em todas as torcidas tem aqueles super fanáticos, aqueles modinhas (que só vão na final) e aqueles que se preocupam mais com o rival do que com o próprio time.
Só espero que se na próxima semana vocês conquistarem o título, comemorem por vocês e não para mostrar ao adversário. E se perderem, saibam que a gozação dos adversários será normal, pois é isso que os rivais fazem.
Esse papo me faz lembrar das três conquistas do São Paulo Futebol Clube. Nossa, mesmo com pouca idade, nas duas primeiras, me lembro de cada detalhe dos jogos e da minha comemoração. Nesses jogos, em momento algum me lembrei dos rivais, eu só queria extravasar minha alegria, com amigos e familiares.
Bom, é isso. Espero que se houver alguma discussão que seja feita com argumentos e respeito.
FOTO: Internet
M ais uma final de libertadores em pauta, mais uma final envolvendo um time brasileiro. Depois de São Paulo, por seis vezes, Palmeiras, Sa...

Todos sabemos dos inúmeros problemas que essa metrópole encontra hoje, segurança, enchentes, trânsito e etc. Todos sabemos das diversas opções de diversão que essa cidade proporciona.
Todo mundo também sabe a quantidade de migrantes e imigrantes que procuram São Paulo como uma esperança de uma vida melhor.
O que poucas pessoas sabem, é o clima que envolve a cidade todo dia 25 de janeiro e pude presenciar hoje esse clima, nas ruas da capital paulista. Vi muita gente zoando os paulistanos, por não terem praia, agradecendo por não morar na Capital Paulista, mas essas pessoas dizem isso, porque não conhecem essa magia que fica no ar e toma conta de todos.
As pessoas pareciam mais alegres, como se esquecessem por um dia aqueles problemas diários. Muitas pessoas nem viajam nesse dia (mesmo sendo esse ano, feriado prolongado), para poder comemorar o seu aniversário.
Muita gente procurando as diversas opções de comemoração. Muita gente indo de metro com a família para a região da Paulista, Anhamgabau, Parque do Ibirapuera, Museus e lógico não posso esquecer a final da Copa São Paulo de Futebol Jr., no Pacaembu e que estava lotado.
Outros preferem conhecer o centro velho, aqueles antigos prédios, tirar foto e ver a cidade de um ângulo totalmente diferente, pelo menos uma vez no ano. Isso sem contar as comemorações nas periferias.
As pessoas não conseguem esconder esse sentimento e tenho dois exemplos bem próximos, minha mãe, Geni quando morava na terra da garoa, fazia questão de comemorar e a mãe da minha namorada, Márcia fazia planos de passeios e abriu mão de mais um dia na praia para passar esse dia em Sampa.
Não sei se eu voltaria a morar nessa cidade que é uma mistura de loucura com sonho, onde as pessoas podem se vestir da maneira que deseja que ninguém vai ficar olhando e julgando. Ta bom, as pessoas olham, algumas julgam, mas estão tão acostumadas com essa diversidade que não falam nada.
De qualquer maneira, eu amo essa cidade e tenho diversos motivos para cultivar esse sentimento. Primeiro foi onde eu nasci, cresci e passei uma das melhores fases da vida, a infância. Meu time de coração leva o nome da cidade. Tenho amigos que considero irmãos e família, que mesmo as vezes distante eu gosto muito.
Mas, atualmente tenho um motivo bem grande para gostar dessa cidade e frequentar quinzenalmente. A minha namorada Mariane mora em São Paulo e ao lado dela tenho descoberto e conhecido um outro lado, uma outra visão desse mundo chamado São Paulo.
Parabéns cidade de São Paulo pelos seus 457 anos.
H oje (25), é o aniversário da minha querida São Paulo. Sou paulistano, e mesmo vivendo em São Carlos há mais de14 anos, guardo uma paixão p...




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