
Domingo foi dia de votar. Dia de sair de casa até a sessão eleitoral e escolher quem você quer no governo da cidade nos próximos quatro anos.
Algumas pessoas acham que o voto é um direito do cidadão, outras acham que tudo que é obrigatório é uma porcaria. Uns vão votar com gosto, acordam cedo e vão para sua respectiva escola, outros acham um saco, ainda mais com essa lei seca.
Cada um tem seu candidato preferido, mas outros preferem votar no “Ninguém”. Aliás, dizem que só ele sim se preocupa com a saúde, educação, segurança e outros itens básicos para a sociedade.
Durante alguns meses, tivemos a oportunidade de conhecer os candidatos através da propaganda política, assistimos também as propagandas do governo, tentando conscientizar a população da importância do voto.
Cada um tem seu candidato preferido, mas outros preferem votar no “Ninguém”. Aliás, dizem que só ele sim se preocupa com a saúde, educação, segurança e outros itens básicos para a sociedade.
Durante alguns meses, tivemos a oportunidade de conhecer os candidatos através da propaganda política, assistimos também as propagandas do governo, tentando conscientizar a população da importância do voto.
Mas o que faltou mesmo foi uma conscientização por parte dos partidos políticos e candidatos. Eu me pergunto. Como em uma época onde aquecimento global e desmatamento estão em pauta diariamente nos telejornais e com todo o problema de enchente, como os futuros representantes do povo têm coragem de ignorar a quantidade de transtorno e mal que fazem ao meio ambiente ao passar em seus carros jogando panfletos em frente às escola, emporcalhando as ruas? E isso eu vi com meus próprios olhos.
Em algumas cidades existem até leis que proíbem as pessoas de jogar papel em via pública, mas existir lei e cumpri-las são coisas bem diferente.
Na é só questão de ser lei ou não, é mais uma questão de educação e respeito com a cidade e seus moradores, pois ninguém vai se eleger só por que tem um monte de santinho jogado.
Essa situação se agrava ainda mais quando chove.As pessoas ainda correm o risco de escorregar nessa pasta que se forma da junção de papel e chuva.
Será que não existem formas mais inteligentes de se fazer campanha? E por que não usar um termo que está na moda. Não seria possível uma campanha mais ecologicamente correta. Sem papel e sem muito barulho?
Mas o fato é que independente de tudo isso, eles vão nos “representar”, lá na prefeitura ou na Câmara Municipal. E será que eles estão preparados?
Em algumas cidades existem até leis que proíbem as pessoas de jogar papel em via pública, mas existir lei e cumpri-las são coisas bem diferente.
Na é só questão de ser lei ou não, é mais uma questão de educação e respeito com a cidade e seus moradores, pois ninguém vai se eleger só por que tem um monte de santinho jogado.
Essa situação se agrava ainda mais quando chove.As pessoas ainda correm o risco de escorregar nessa pasta que se forma da junção de papel e chuva.
Será que não existem formas mais inteligentes de se fazer campanha? E por que não usar um termo que está na moda. Não seria possível uma campanha mais ecologicamente correta. Sem papel e sem muito barulho?
Mas o fato é que independente de tudo isso, eles vão nos “representar”, lá na prefeitura ou na Câmara Municipal. E será que eles estão preparados?
D omingo foi dia de votar. Dia de sair de casa até a sessão eleitoral e escolher quem você quer no governo da cidade nos próximos quatro ano...
